FUTUROS PILOTOS DE CAÇA INICIAM TREINAMENTO DE TIRO AÉREO

Durante três semanas, os futuros pilotos de caça da Força Aérea Brasileira (FAB) aprenderão as técnicas para emprego da aeronave A-29 Super Tucano contra alvos aéreos

O Esquadrão Joker (2°/5° GAV) iniciou, no dia 23 de agosto, a campanha de emprego Ar-Ar do Curso de Especialização Operacional na Aviação de Caça (CEO-CA) de 2021. Durante três semanas, os futuros pilotos de caça da Força Aérea Brasileira (FAB) aprenderão as técnicas para emprego da aeronave A-29 Super Tucano contra alvos aéreos. As missões são coordenadas a partir da sede do 2°/5° GAV, localizada na Ala 10, em Parnamirim (RN).

O voo consiste em quatro aeronaves equipadas com metralhadoras calibre .50 tendo à disposição um alvo, rebocado por outra aeronave, e um espaço aéreo restrito sobre o mar, o que permite o emprego real do armamento sem interferir com regiões habitadas no solo. “O tiro aéreo é uma das fases que exige mais preparo e dedicação dos alunos, pois, ao mesmo tempo em que se busca conseguir bons resultados nos tiros, o piloto deve estar com boa consciência situacional, principalmente com o posicionamento das aeronaves durante os empregos”, explica o Aspirante Aviador Kaio de Carvalho Pereira. Segundo ele, o bom desempenho só é possível com muito preparo antes do voo e dedicação dos instrutores em mostrar todos os detalhes da missão.

O Esquadrão Joker (2°/5° GAV) iniciou, no dia 23 de agosto, a campanha de emprego Ar-Ar do Curso de Especialização Operacional na Aviação de Caça (CEO-CA) de 2021. Durante três semanas, os futuros pilotos de caça da Força Aérea Brasileira (FAB) aprenderão as técnicas para emprego da aeronave A-29 Super Tucano contra alvos aéreos. As missões são coordenadas a partir da sede do 2°/5° GAV, localizada na Ala 10, em Parnamirim (RN).

O voo consiste em quatro aeronaves equipadas com metralhadoras calibre .50 tendo à disposição um alvo, rebocado por outra aeronave, e um espaço aéreo restrito sobre o mar, o que permite o emprego real do armamento sem interferir com regiões habitadas no solo. “O tiro aéreo é uma das fases que exige mais preparo e dedicação dos alunos, pois, ao mesmo tempo em que se busca conseguir bons resultados nos tiros, o piloto deve estar com boa consciência situacional, principalmente com o posicionamento das aeronaves durante os empregos”, explica o Aspirante Aviador Kaio de Carvalho Pereira. Segundo ele, o bom desempenho só é possível com muito preparo antes do voo e dedicação dos instrutores em mostrar todos os detalhes da missão.

No intuito de simular um alvo aéreo, a quinta aeronave decola levando consigo um “casulo” contendo o alvo em si, com dimensões de 9m de comprimento por 1,8m, chamada pelos pilotos de biruta. Ela fica presa na aeronave por um cabo com 300m de comprimento. As munições da metralhadora calibre .50 são pintadas com cores diferentes (azul, verde, amarela e vermelha) e, ao atingirem o alvo, deixam nele a marcação com a respectiva cor. Após o pouso da aeronave reboque, os pilotos podem conferir os seus acertos e analisar seu desempenho. A conferência da biruta após o tiro aéreo é um dos momentos mais tradicionais na Aviação de Caça.

Segundo o Comandante do Esquadrão Joker, a contagem da quantidade de acertos de cada cor serve não apenas para aferir a técnica e precisão de cada piloto, mas também para fortalecer o espírito combativo e a determinação no cumprimento da missão. “Esse momento incita, também, uma saudável competitividade entre os pilotos de caça, no sentido de buscar um aprimoramento operacional”, concluiu o Tenente-Coronel Pimentel.

Fonte: Esquadrão Joker, por Tenente Marcílio

Edição: Agência Força Aérea – Revisão: Major Oliveira LimaFotos: Esquadrão Joker

02/09/2021

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