PRESENÇA DOS EUA NA SÍRIA É OBSTÁCULO À RESTAURAÇÃO DA UNIDADE DO PAÍS, DIZ LAVROV

MOSCOW, RUSSIA - JUNE 11, 2019: Russia's Foreign Minister Sergei Lavrov speaks during the 5th Primakov Readings International Forum at Moscow's World Trade Centre (WTC). Mikhail Japaridze/TASS Ðîññèÿ. Ìîñêâà. Ìèíèñòð èíîñòðàííûõ äåë ÐÔ Ñåðãåé Ëàâðîâ íà ìåæäóíàðîäíîì íàó÷íî-ýêñïåðòíîì ôîðóìå "Ïðèìàêîâñêèå ÷òåíèÿ" â Öåíòðå ìåæäóíàðîäíîé òîðãîâëè. Ìèõàèë Äæàïàðèäçå/ÒÀÑÑ

De acordo com o ministro russo, foi possível “quebrar a espinha” do terrorismo principalmente graças à ajuda decisiva da Rússia ao governo sírio

MOSCOU, 4 de dezembro. / TASS /. A presença militar ilegal dos Estados Unidos na Síria atrapalha a restauração da unidade do país, disse o ministro das Relações Exteriores russo, Sergey Lavrov, por meio de um link de vídeo nos Diálogos do Mediterrâneo em Roma 2020 na sexta-feira.

Segundo o ministro russo, foi possível “quebrar a espinha” do terrorismo principalmente graças à ajuda decisiva da Rússia ao governo sírio.

“As tarefas de proporcionar condições de vida decentes para milhões de sírios, que sobreviveram a essa guerra devastadora, estão vindo à tona. Requer a participação de toda a comunidade mundial”, disse Lavrov. “Temos que lamentar que, em resposta às mudanças construtivas no acordo político, Damasco receba a presença ilegal de forças dos EUA em seu território, que é abertamente usado para encorajar o separatismo e para impedir a restauração da unidade do país.”

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O ministro das Relações Exteriores da Rússia chamou a atenção para as novas sanções dos EUA e da Europa contra a Síria e para as alegações infundadas e sem evidências contra Damasco sobre o uso de armas químicas e crimes de guerra.

“O Ocidente demonstra dois pesos e duas medidas negando ajuda à Síria, mesmo quando questões humanitárias são levantadas”, enfatizou. “Em meio à pandemia, o Ocidente segue sua política de estrangulamento econômico da Síria.”

Lavrov confirmou que a paz e a estabilidade podem ser levadas ao Oriente Médio e ao Norte da África com base no direito internacional.

“Trata-se de rejeitar qualquer interferência externa, respeitando os princípios da Carta das Nações Unidas, soberania e integridade territorial, e contando com um diálogo nacional inclusivo em cada país, onde qualquer conflito pode ser visto”, explicou o ministro. “A Rússia segue exatamente esta linha em todas as situações na região, inclusive na Síria”.

Fonte: TASS

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