PENTÁGONO LIMITA VELOCIDADE DO F-35 POR RISCO DE PERDER CAUDA

180305-N-VK310-0070 EAST CHINA SEA (Mar. 5, 2018) An F-35B Lightning II with Marine Fighter Attack Squadron (VMFA) 121 touches down on the amphibious assault ship USS Wasp (LHD 1), marking the first time the aircraft has deployed aboard a U.S. Navy ship and with a Marine Expeditionary Unit in the Indo-Asian-Pacific region. VFMFA-121, assigned under the Okinawa-based 31st Marine Expeditionary Unit, will remain embarked aboard Wasp for a regional patrol meant to strengthen regional alliances, provide rapid-response capability, and advance the Up-Gunned ESG concept. (U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 3rd Class Michael Molina/Released)

Pentágono altera regulamentação de voo para os caças F-35 devido ao risco de perder a cauda da aeronave ao atingir velocidades supersônicas.

Não haverá melhorias estruturais em sua fuselagem ou outras ações para amenizar o problema técnico descoberto, ressaltou o Pentágono ao portal Defense News.

Ao invés disso, o Departamento de Defesa norte-americano recomenda aos pilotos que apenas superem a barreira Mach por períodos muito curtos.

O assunto foi arquivado em dezembro passado com a classificação “sem planos para corrigir”, devido aos elevados gastos em um reparo completo, pois seria necessária uma revisão do comprimento da aeronave, bem como de alguns materiais e testes de voo posteriores.

Anteriormente, foram denunciados problemas de fuselagem e do revestimento furtivo, percebendo que a solução dos militares era estabelecer um limite de menos de um minuto para velocidade de Mach 1,3.


Os militares asseguram que o voo supersônico não é tão importante para um caça de quinta geração. Entretanto, um especialista naval afirmou ao portal Defense News que essas limitações poderiam ser mortais durante os combates diretos.

O especialista militar Vladimir Popov explicou à Sputnik que a capacidade de manter um voo estável a velocidade supersônica é uma das características mais importantes para esta classe de aeronaves.

“Se toda munição for usada em um ataque, o valor do avião como unidade de combate tende a zero […] Neste caso, a tarefa principal do piloto é se livrar da perseguição e chegar em segurança a seu aeródromo. Se tem um regime supersônico, terá maior facilidade para realizar essa tarefa”, afirmou o especialista.

Fonte: Sputnik

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