WHITE HELMETS E AL QAEDA DA SÍRIA PRODUZEM MAIS UM VÍDEO FAKE DE ATAQUE QUÍMICO, AFIRMA RÚSSIA

Os White Helmets (Capacetes Brancos) filmaram um novo vídeo falso do ‘ataque químico de Assad’ em Idlib, na Síria, disse o Ministério da Defesa da Rússia. O filme, co-produzido pelos famosos White Helmets, deve ser lançado em breve nas mídias sociais.

A produção do novo filme foi concluída na terça-feira na vila de Zerba, localizada na parte controlada por militantes da província de Idlib, na Síria, disse o Centro Russo de Reconciliação Síria, citando várias fontes independentes.

O vídeo, filmado pelo famoso grupo White Helmets, em cooperação com terroristas locais, pretende mostrar as consequências de um “ataque químico” a civis pelas tropas do governo da Síria.

A filmagem, de acordo com o Ministério da Defesa, mostra ‘socorristas’ vagando em uma espessa nuvem de “gás cor de mostarda” e atendendo às ‘vítimas’ do encenado “ataque”.

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De acordo com as forças armadas russas, o vídeo será lançado em breve nas mídias sociais para ser captado pelos meios de comunicação pró-militantes no mundo árabe e no Ocidente. Vários “ataques químicos” na Síria foram atribuídos ao governo do país pelos militantes ao longo da guerra, que está ocorrendo no país desde 2011.

Os supostos “ataques” geralmente ocorrem durante rápidos avanços do Exército Sírio contra militantes e terroristas antigovernamentais. Nos últimos dias, as forças armadas sírias romperam as defesas jihadistas em Idlib e estão liberando rapidamente território sob controle dos militantes há anos.

O grupo White Helmets, financiado pelo Reino Unido e pelos EUA, que se anuncia como uma organização humanitária “imparcial” que busca salvar os civis da Síria, tem sido um queridinho da mídia há anos. Um documentário da Netflix sobre isso chegou a ganhar o Oscar em 2016. O grupo, no entanto, também operou quase exclusivamente em partes controladas por jihadistas da Síria, e acredita-se que tenha fortes laços com o ramo local da Al-Qaeda. Militares russos já haviam acusado o grupo de participar de vídeos de supostos ataques químicos.

Fonte: RT

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