MARINHA DO BRASIL ESTÁ ESTUDANDO A AQUISIÇÃO DE AERONAVES F/A-18C / D HORNET USADAS DO KUWAIT

F/A-18C

A Marinha do Brasil estuda a viabilidade técnica e financeira da substituição das aeronaves McDonnell Douglas A-4KU e TA-4KU Skyhawk (designadas na Marinha do Brasil como AF-1 e AF-1A Falcão) atualmente operadas pelo Aviação de combate da Marinha do Brasil.

As informações foram divulgadas pelo atual Comandante da Força, Almirante do Esquadrão Júnior Ilques Barbosa, no qual a Marinha estaria disposta a finalizar o programa de modernização do A-4KU (em 2009, a Embraer e a Marinha do Brasil assinaram contrato US $ 106 milhões para modernizar nove FY-1 e três FY-1A e, até 2019, apenas cinco aeronaves foram modernizadas) e canalizar fundos para modernizar a aviação de combate.

Segundo as informações, a Diretoria de Aeronáutica Marinha (DAerM) está analisando várias possibilidades entre as aeronaves Super Hornet F / A-18E / F e Hornets Legacy F / A-18C / D do estoque da Marinha. Estados Unidos. A proposta dos EUA poderia estar disponível por meio de vendas militares estrangeiras (FMS). No entanto, o Almirantado está preocupado com a condição das células dos EUA. devido ao seu uso em porta-aviões e ao alto custo dos vetores F / A-18E / F Super Hornet.

A possibilidade mais viável que os setores de gerenciamento e material das forças navais indicaram até agora seria a aquisição do Legacy Hornets F / A-18C / D da Força Aérea do Kuwait. Os aviões operados pelo Kuwait, segundo alguns membros do Primeiro Esquadrão de Aviões de Intercepção e Ataque (VF-1), estariam em melhores condições do que os análogos da Marinha dos Estados Unidos, porque não sofreram todo o estresse operacional dos porta-aviões.

Os Zangões Legados F / A-18C / D da Força Aérea do Kuwait estão em processo de substituição pelos Super Hornets F-18E / F e pelos interceptadores Eurofighter Typhoon.

Cabe ressaltar que os A-4KU da Marinha do Brasil foram adquiridos no Kuwait no final dos anos 90 e são aviões de guerra veteranos, tendo participado de missões de combate da Operação Tempestade no Deserto no início de 1991.

Fonte: Zona Militar

Anderson Barros

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