KALASHNIKOV LANÇA NOVO DRONE SUICIDA

  • Zala Lancet - Múnição Suicida

Veículo aéreo não tripulado Lancet suporta até 12 quilos de carga explosiva, que pode ser usada contra tanques e veículos blindados leves.

O consórcio Kalashnikov, que fabrica populares fuzis AK, divulgou um novo sistema de veículos aéreos não tripulados (Vant) ‘ZALA Lancet’, com uma plataforma para drones suicidas com bombas a bordo. Segundo o porta-voz da fábrica, o sistema já passou por todos os testes de combate.

O Lancet é uma arma inteligente de múltiplas funções que pode localizar e destruir alvos sem auxílio humano.

Kalashnikov Media



O sistema consiste de um componente de ataque de alta precisão e módulos de reconhecimento, navegação e comunicação. O Vant pode estudar a superfície da Terra e não requer nenhuma infraestrutura terrestre ou marítima.

O Lancet é equipado com vários sistemas de localização de alvos e o detonador pré-contato, que permite explodir o projétil em cima do alvo para aumentar seu poder destrutivo.

O alcance operacional do Vant é de 40 quilômetros. O peso máximo de decolagem é de 12 quilos.

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Segundo os desenvolvedores, este VANT relativamente barato pode ser usado para destruir tanques e veículos blindados que custam milhões de dólares.

No entanto, especialistas militares afirmam que uma bomba de 12 quilos não pode destruir completamente um tanque blindado moderno ou um veículo blindado leve, apesar de causar danos suficientes para torná-los inoperacionais no campo de batalha.

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“Usar drones é mais barato do que transportar e implantar sistemas de artilharia, tanques etc. Você pode levar até 10 sistemas ‘Lancet’ em uma minivan ou um caminhão, estacionar a 40 quilômetros da linha de frente e lançar bombas sobre os inimigos”, explica o chefe de projetos especiais da empresa de desenvolvimento de drones Zala Aero, Guennádi Rojkov.

O próximo passo no desenvolvimento deste sistema de armas será a criação de um enxame de drones que, controlado por inteligência artificial, poderá distinguir alvos civis e militares, coordenar as ações dos drones em grupos e tomar decisões sem participação humana.

Fonte: Russia Beyond

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