A RESPOSTA DOS EUA AO PRINCIPAL MÍSSIL AR-AR DA CHINA NÃO DEVE SER SUBESTIMADA, AFIRMAM ESPECIALISTAS

A China não deve subestimar o novo míssil ar-ar de longo alcance que está sendo desenvolvido pela Força Aérea dos EUA, disseram especialistas militares chineses nesta quarta-feira, depois que o desenvolvimento da nova arma americana foi revelado. 

A Força Aérea dos EUA está trabalhando com o fabricante de armas Lockheed Martin e outros ramos de suas forças armadas para desenvolver um novo míssil ar-ar de longo alcance chamado AIM-260, que deverá entrar em serviço militar até 2022, divulgou o site The National Interest na segunda-feira. 

A motivação por trás desse desenvolvimento é combater o principal míssil ar-ar de longo alcance da China, o PL-15, que foi tornado público em 2016, informou o Interesse Nacional, citando o Diretor Executivo do Programa de Armas da Força Aérea dos EUA, Anthony Genatempo.

PL-15

Com um alcance máximo de cerca de 160 quilômetros, o atual míssil ar-ar dos EUA, o AIM-120, é aparentemente inferior ao PL-15 da China, a julgar pela decisão dos militares norte-americanos de criar uma nova arma, informou o National Interest. 

O PL-15 está equipado com um radar ativo de varredura eletrônica e acredita-se que tenha um alcance de cerca de 200 quilômetros, informou o Business Insider na segunda-feira. 

O principal avião de combate J-20 da China exibiu suas armas, incluindo o que os analistas disseram ser o míssil PL-15 na Airshow China em Zhuhai, província de Guangdong, em novembro de 2018. A 

China também está desenvolvendo um novo míssil conhecido como PL-21. poderia atingir alvos a 300 quilômetros de distância, segundo o relatório da Business Insider.

Alguns observadores militares chineses disseram que os EUA, antes um dos precursores no desenvolvimento de armas, agora estão perseguindo a China, e o novo AIM-260 pode ser um imitador do PL-15 em termos de tecnologias aplicadas. 

Um especialista militar anônimo chinês, no entanto, disse ao Global Times que a China não deve subestimar o AIM-260, devido às suas vantagens de se mover mais tarde. 

O especialista previu que o míssil dos EUA poderia usar tecnologias revolucionárias para aumentar significativamente o alcance sem torná-lo significativamente maior, e essas tecnologias, por sua vez, pressionarão o desenvolvimento de mísseis ar-ar da China.

A mídia norte-americana costumava dizer que a China fabricou armas imitadoras, o que não faz sentido, já que o design de armas tende a convergir devido a exigências de combate similares, disse o especialista, sugerindo que os EUA provavelmente não estão tentando copiar armas da China.

Fonte: Global Times



Com um alcance máximo de cerca de 160 quilômetros, o atual míssil ar-ar dos EUA, o AIM-120, é aparentemente inferior ao PL-15 da China, a julgar pela decisão dos militares norte-americanos de criar uma nova arma, informou o National Interest. 

O PL-15 está equipado com um radar ativo de varredura eletrônica e acredita-se que tenha um alcance de cerca de 200 quilômetros, informou o Business Insider na segunda-feira. 

O principal avião de combate J-20 da China exibiu suas armas, incluindo o que os analistas disseram ser o míssil PL-15 na Airshow China em Zhuhai, província de Guangdong, em novembro de 2018. A 

China também está desenvolvendo um novo míssil conhecido como PL-21. poderia atingir alvos a 300 quilômetros de distância, segundo o relatório da Business Insider.

Alguns observadores militares chineses disseram que os EUA, antes um dos precursores no desenvolvimento de armas, agora estão perseguindo a China, e o novo AIM-260 pode ser um imitador do PL-15 em termos de tecnologias aplicadas. 

Um especialista militar anônimo chinês, no entanto, disse ao Global Times que a China não deve subestimar o AIM-260, devido às suas vantagens de se mover mais tarde. 

O especialista previu que o míssil dos EUA poderia usar tecnologias revolucionárias para aumentar significativamente o alcance sem torná-lo significativamente maior, e essas tecnologias, por sua vez, pressionarão o desenvolvimento de mísseis ar-ar da China.

A mídia norte-americana costumava dizer que a China fabricou armas imitadoras, o que não faz sentido, já que o design de armas tende a convergir devido a exigências de combate similares, disse o especialista, sugerindo que os EUA provavelmente não estão tentando copiar armas da China.

Fonte: Global Times

Por Zhang Jie

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