CONTIGENCIAMENTO DO ORÇAMENTO DE DEFESA NÃO NÃO DEVE AFETAR MODERNIZAÇÃO NAVAL NESSE ANO, AFIRMA JANE’S

Apesar das previsões públicas em contrário, as operações navais brasileiras e os projetos de modernização propostos provavelmente não serão afetados pelo “congelamento” de 44% do orçamento de defesa não-discricionário do Brasil, ou aproximadamente BRL5,8 bilhões (USD1,4 bilhão) pelo período restante. o ano, recentemente detalhado pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva.”

Por exemplo, os cortes orçamentários não atrasarão o seguinte: a assinatura antecipada do contrato entre a empresa estatal Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON) e o consórcio Águas Azuis – formado pela ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS), a Embraer Defesa & Segurança, e Atech Negócios em Tecnologia – para adquirir quatro corvetas MEKO A-100 customizadas para comissionamento pela Marinha entre 2024 e 2028; a construção em andamento de quatro submarinos da classe Riachuelo com o primeiro S Riachuelo da classe(S40) lançado em 14 de dezembro de 2018 para entrega prevista para 2020; o lançamento de importantes concursos de navios; modernização de submarinos, navios de superfície, helicópteros e aeronaves de asa fixa; comissionamento de novos helicópteros; manutenção programada de navios; e construção pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) do navio-patrulha NPa Maracanã (P72).

Fonte: Jane’s

Victor Barreira

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