EXÉRCITO VISITA ESCOLA QUE FORMA PILOTOS DO HELICÓPTERO “TIGER-HAD”

Segundo o Centro de Doutrina do Exército Brasileiro, o seu adido miltar na França e Bélgica realizou uma Visita de Orientação Técnica (VOT), juntamente com militares representantes do próprio Exército, da Marinha do Brasil e FAB. O objetivo foi, entre outros, conhecer a formação dada aos pilotos do helicóptero de ataque Tiger-HAD (também conhecido como MK2) pela Escola Franco-Alemã (EFA). O Tiger é um helicóptero de ataque da Airbus, empresa que no Brasil é representada pela subsidiária Helibras.

Além do conhecimento da doutrina, os militares brasileiros puderam acompanhar as explicações dadas por um piloto da escola sobre a nova versão do Tiger, a HAD. O helicóptero pode ser armado com mísseis Hellfire da americana Lockheed, mas também pode lançar a versão ar-terra do míssil Spike ER. Com esses mísseis, o Tiger pode alvejar alvos terrestres a 8 km de distância

Para o combate ar-ar, o Tiger foi dotado de missil Mistral. O helicóptero também é equipado com foguetes 68mm (ou 70 mm), além de um canhão desenvolvido pelo Grupo Nexter, o GIAT 30M 781 de 30mm, com capacidade para efetuar 750 tiros por minuto.

Detalhe do canhão do Grupo Nexter, GIAT 30M 781 30mm

Um helicóptero de ataque para o Exército Brasileiro

Para contribuir com a dissuasão extrarregional, o Exército Brasileiro decidiu criar um novo Batalhão de Aviação do Exército (BAvEx) dotado de aeronaves de ataque de asas rotativas. Nesse últimos anos, apesar do EB não ter divulgado nenhuma posição oficial sobre o assunto, surgiu na imprensa especializada a informação de uma short list de aeronaves com o nome das aeronaves, MI-28 Night Hunter (Rússia), o Tiger (Airbus) e o T-129 Atak (Turquia).

Por Graan Barros

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