ESQUADRÕES COBRA E TRACAJÁ REALIZAM TREINAMENTO NA FRONTEIRA NORTE DO PAÍS

  • Exercício foi realizado em pistas críticas e não preparadas
Tripulações treinaram pousos e decolagens em pistas críticas e não preparadas

Exercício foi realizado em pistas críticas e não preparadas

Os esquadrões Tracajá (1° ETA) e Cobra (7º ETA), sediados em Belém (PA) e Manaus (MA), respectivamente, realizaram o Exercício Técnico Pista Crítica no Destacamento de Aeronáutica de São Gabriel da Cachoeira, distante cerca de 850 km da capital amazonense.

O treinamento de pousos e decolagens curtas em pistas não preparadas e críticas, cuja primeira fase encerrou no último dia 28, teve por objetivo cumprir missões de formação e manutenção operacional das aeronaves C-98A Caravan. Adicionalmente, ocorreram instruções terrestres teóricas, abordando temas como performance, fraseologia, segurança de voo e balizamento no solo.



Exercício ocorreu em São Gabriel da Cachoeira

Para o Comandante do Esquadrão Cobra, Tenente-Coronel Aviador Alex Arruda, o resultado obtido na primeira fase mostrou-se bastante positivo. “Além dos objetivos determinados pelo Comando de Preparo [COMPREP] e pela Ala 8 terem sido alcançados, a integração entre os pilotos e mecânicos dos dois esquadrões aéreos estreitou a troca de conhecimento no âmbito operacional”, disse.

Pistas Críticas

Durante os 16 dias de exercício, foram mais de cem horas voadas. Desse total, cerca de 32 horas foram em treinamentos de pouso curto nas pistas críticas de Jandú-Cachoeira, Pari-Cachoeira, Querari e Tunuí, totalizando 183 pousos nessas localidades. Dentre as características que são consideradas para uma pista crítica, de moderado até elevado grau de complexidade, há a constituição do piso, que pode ser de asfalto, piçarra ou grama, com dimensões de 800×15 metros.

Aeronave C-98 foi utilizada no treinamento

Para o Tenente Aviador Wellington Salomão Raimundo Gomes Tavares, piloto de C-98 Caravan, realizar esse tipo de exercício contribuiu não só para o aperfeiçoamento de sua pilotagem, mas para aprimoramento de outros aspectos. “Pudemos treinar, também, emprego em um cenário Amazônico, limites operacionais da aeronave em condições marginais e interoperabilidade entre os esquadrões envolvidos”, afirmou.

Fonte: 7° ETA e Ala 8
Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Gabrielli – Revisão: Capitão Monteiro
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