F-22 FICOU “CARA A CARA” COM O PRINCIPAL CAÇA RUSSO E FICOU EM GRANDE DESVANTAGEM

Segundo Alex Lockie do site Business Insider, o encontro entre caças furtivos F-22 dos EUA e caças de 4ª geração “Plus”, Sukhoi SU-35 nos céus da Síria acabou por evidenciar o ponto fraco dos caças americanos quando em uma arena “dogfight”, que é o combate aproximado ou ao alcance visual dos pilotos.

No artigo o autor destaca as qualidades furtivas do caça F-22 Raptor no combate para que ele foi desenvolvido, o BVR, sigla em inglês para designar o combate moderno, onde as aeronaves detectam seus alvos e disparam suas contra inimigos além do alcance visual.

O baixíssimo RCS (Radar Cross Section) do F-22 Raptor permite ir além de um combate BVR tradicional como nas aeronaves de 4ª geração, mas postergar a sua detecção a um nível que permita detectar e lançar seus mísseis muito antes que o inimigo possa sequer detecta-lo.

Nas interceptações reveladas pelos dois Ministérios (ou similar) da defesa dos dois países, o autor afirma que o caça americano se colocou em desvantagem, já que estava numa arena de combate para que ele não foi desenvolvido e, nesse caso, poderia ser abatido pelo caça Sukhoi SU-35, que é reconhecidamente mais manobrável que o Raptor, além de carregar mais mísseis. Ou seja, sua vantagem tática se perdeu.

sukhoi_su-35

O articulista conversou com tenente-coronel David “Chip” Berke, o único piloto dos fuzileiros Navais dos EUA a pilotar o F-22 e o F-35. Berke afirmou, que quando se voa em um F-22, “o objetivo não é o de lutar contra um adversário. Em vez disso, ele disse “que usaria as vantagens furtivas naturais do F-22 para evitar o dogfight”.

Lembramos que o excepcional Sukhoi SU-35 além de possuir um excelente radar possui um sistema de rastreamento por IR (Infravermelho), porém ainda insuficiente para localizar aeronaves furtivas a longas distâncias.

Alcance de detecção F-35 vs caça legado (Su-35, F-15, Typhoon)

Por Graan Barros

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