ISRAEL APROVA OS PLANOS PARA CONSTRUIR NOVAS CASAS NA JUDÉIA E SAMARIA

Israel está exercendo o seu direito, de acordo com o direito internacional, de construir habitações nos territórios ocupados durante a guerra defensiva de 1967.

Israel na quarta-feira aprovou os planos para a construção de centenas de novas unidades habitacionais para cidadãos israelenses na Judéia e Samaria, informou a mídia israelense. A medida provocou, uma imediata condenação da administração Obama.

Enquanto, vários países se opõem a presença de Israel na Judéia e Samaria, seu centro histórico, Israel afirmou que os judeus estão presentes nessas áreas durante séculos, e que sua presença ali não põe em xeque as perspectivas de paz. Israel também aponta, que esforços de paz falharam por diversas negações dos árabes.

Nas últimas aprovações, uma comissão de planejamento militar israelense, avançaram os planos para construir 463 unidades habitacionais em uma comunidade.

Dessas, 51 unidades habitacionais foram construídas recentemente, enquanto 178 unidades receberam aprovação retroativa, pois foram construídas sem autorização em uma comunidade na década de 1980.

Além disso, o relatório diz que a comissão militar deu aprovação para construir 234 unidades habitacionais em outra comunidade.

Judéia e Samaria é o lar de mais de 400.000 israelenses.

Casa Branca está “incomodada”

O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest chamou as aprovações de uma “expansão significativa da atividade de assentamentos” e disse que o desenvolvimento “representa uma ameaça grave e crescente para a viabilidade de uma solução entre dois Estados” e para o conflito Israel-Palestina.

“Estamos particularmente incomodados por uma política de retroativa de aprovação postos avançados ilegais e assentamentos não autorizados”, disse Earnest. “Eu acho que temos sido bastante claros sobre as preocupações que temos sobre esta questão.”

O Coordenador das Atividades do Governo nos Territórios (COGAT), e a unidade das Forças de Defesa de Israel (IDF) responsável por implementar a política do governo na Judéia e Samaria, e na Faixa de Gaza, que supervisionam tais aprovações, não quiseram comentar.

Fonte: AP e Estados com Israel
01 de setembro de 2016

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