SÃO FREQUENTES, ACIDENTES COMO O QUE OCORREU COM AS AERONAVES AF-1B DA MARINHA?

Ainda não sabemos os fatores que contribuíram para o acidente entre duas aeronaves de ataque AF-1B (AF UNO BRAVO) da Marinha, que se chocaram em pleno ar, quando realizavam um exercício de “ataque a alvos de superfície” com a fragata F-43 Liberal.

De qualquer forma, o acidente deixou alguns perplexos, pois qual seria a chance de duas aeronaves se chocarem no ar? Seria imperícia dos pilotos ou problemas mecânicos? Na verdade, esse tipo de acidente ocorre com mais frequencia do que se pensa.

Aeronaves de combate voam em formaturas ou formações, que foram criadas para permitir ganho tático, seja em ataques a alvos em terra, no combate ar-ar, ou mesmo dificultar a detecção radar por meio do inimigo. Essas formações exigem dos pilotos grandes perícia, pois colocam as aeronaves muito próximas umas das outras, situação que pode provocar acidentes.



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Um exemplo relativamente recente, foi a queda no Mar Mediterrâneo de dois caças multifunção Rafale franceses, durante exercícios com o Navio Aeródromo Charles de Gaulle. No Brasil, essa notícia foi aproveitada pelo jornalista Alexandre Garcia para desqualificar os caças franceses que estavam em concorrência direta com os caças americanos e suecos no programa conhecido por FX-2. Segundo, Garcia: “diferentes do Gripen os caças Rafale viviam caindo.”

Por Graan Barros

 

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