A ARGENTINA VAI ÀS COMPRAS… DE ARMAMENTOS!

Depois de negociarem blindados chineses e navios rebocadores poloneses de uma empresa russa, agora é a vez do governo argentino, renovar seu Poder Aéreo com caças chineses. Segundo o site, Chinatopix serão adquiridos pela Força Aérea Argentina 20 caças multifunção J-17.

Se o governo da Argentina não declarasse publicamente sua intenção de reassumir o controle das Ilhas, a aquisição passaria despercebida pela imprensa mundial. Seria considerada apenas uma tímida renovação da frota, já que atualmente a força aérea da argentina dispõe dos mesmos meios aéreos da época da Guerra da Malvinas, ocorrida há 33 anos.

Os Britânicos, por outro lado, reforçaram a defesa das ilhas com sistemas de defesa antiaérea e despachando para lá, modernos caças Eurofighter Typhoon, considerados tecnologicamente, de 4º Geração plus. Isto é, possuem algumas características de caças de 5ª geração. Acredita-se que o esquadrão baseado na Ilha possua seis desses caças.

Já o J-17, desenvolvido em conjunto com o Paquistão, entrou em serviço no ano de 2007 e pode voar a velocidade Mach 1,5, carregar 7604 Kg de bombas guiadas a laser e convencionais, mísseis para combate ar-ar de curto alcance (dogfight) e médio alcance (BVR), além de mísseis antinavio. Sua motorização contém um Turbofan RD-93 de origem russa.

O míssil brasileiro antirradiação MAR-1 já está integrado ao sistema de armas do J-17, tendo sido exportado para o Paquistão.
Brasil

Anos atrás, foram divulgados documentos do período da Guerra das Malvinas que revelaram um pouco da posição brasileira diante do conflito.

O Brasil ainda estava em plena ditadura e era governado por João Figueiredo. Preocupado com o rumo do conflito, o presidente brasileiro advertiu, em encontro com o presidente norteamericano Ronald Reagan que o Brasil poderia entrar na guerra, caso a Argentina continental sofresse alguma agressão.
Graan Barros
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