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MARINHA EXPLORA A COMUNICAÇÃO SOCIAL OPERATIVA NA OPERAÇÃO UNITAS 54-2013

A facilidade de comunicação e o amplo acesso à informação vêm alterando as relações entre a sociedade, o Governo e as Forças Armadas. A transmissão imediata (on line) dos acontecimentos tem influenciado decisivamente o destino dos conflitos. No planejamento e execução de uma operação militar, tornou-se imperiosa a atividade de Comunicação Social Operativa, pois ela funciona como um poder fortalecedor de combate dos militares, favorecendo a posição da Força perante a opinião pública.
 
Nesse contexto, a Marinha do Brasil empregou a Comunicação Social Operativa na Operação “UNITAS 54-2013”. Durante a fase de exercícios foram divulgadas matérias com o objetivo de esclarecer corretamente a população e os órgãos de imprensa, nacionais e internacionais, sobre a missão. Essa ação serviu para divulgar adequadamente as operações em curso e seus êxitos, elevar o moral das tripulações, efetuar o controle da mídia dentro da área de exercício e neutralizar possíveis matérias negativas sobre as operações. A produção das matérias seguiu durante a fase do jogo de guerra, fazendo a opinião pública apoiar as operações da Coalizão Azul, comandada pelo Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, contra o país Laranja, durante a Operação “UNITAS 54-2013”.
 
Fonte: Nomar
 
 
 
NOTA DE RODAPÉ:
 
A notícia publicada pelo Nomar da Marinha do Brasil chega praticamente ao mesmo tempo em que foi divulgado um documento do Ministério da Defesa britânico aconselhando o governo daquele país a utilizar campanhas que influenciem positivamente a imprensa e opinião pública em caso de guerra. 
 
O documento publicado pelo The Guardian , ontem (27), sugere uma série de medidas. Vão desde o convencimento da população da necessidade de uma guerra ou simplesmente evitar a comoção da população em casa de baixas em combate. Em casos assim devem ser evitados os funerais longos, que provocam grande consternação.
 
Apesar do documento ser datado de 2012 não há como não compara-lo a com recente tentativa, fracassada por sinal, do Primeiro-Ministro David Cameron em convencer a população e o Parlamento a respaldarem uma ação militar contra a Síria.
 
De qualquer forma esse tipo de medida não é novidade e sempre foi prerrogativa de qualquer governo em qualquer época. A opinião pública sempre foi fator importante em qualquer conflito do passado, vide a 2ª Guerra Mundial. Hoje, com a internet e as mídias sociais será decisiva.
 
Graan Barros
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