EXÉRCITO BRASILEIRO DEVE FECHAR COMPRA DO MÍSSIL RBS-70 EM BREVE!

 

A ideia do exército, parece ser, a de combinar meios que se complementem, já que o sistema Igla-S de origem russa trabalha com guiagem de imagem termal (IR), enquanto o sistema sueco RBS-70 utiliza um faixo de laser que serve de caminho até o míssil atingir o alvo. É uma vantagem em relação ao Igla-S, no sentido que o RBS-70 é imune a contra-medida mais comum usada por aeronaves, o “flare”. 

As diferenças não param aí. Em relação a mobilidade, o Igla-S parece levar vantagem por ser leve e disparado literalmente do ombro do combatente o que não ocorre com o RBS-70 que é mais pesado e precisa ser montado sobre um pedestal. Há outras características a serem abordadas por especialistas em defesa antiaérea do Exército Brasileiro sobre vantagens e desvantagens de um ou outro sistema, mas o que parece é que a aquisição do RBS-70 está quase fechada.
 
Graan Barros
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