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JOAQUIM BARBOSA, UMA PERSONALIDADE AINDA A SER CONHECIDA

Foto do Curriculum Vitae do Ministro
Os brasileiros são conhecidos pelo seu lado emotivo e parcial. Por isso mesmo, as escolhas que faz são sempre pautadas pela emoção e pela primeira impressão. Na vida política então, vive a procura de um “santo” ou “messias” que resolva todos os problemas do Brasil, problemas de séculos. E para não perder o hábito, resolveu eleger o atual presidente do supremo Joaquim Barbosa como o “salvador” da pátria da vez.
 
O ministro realmente teve uma trajetória brilhante de vida, conseguindo driblar todas as dificuldades, inclusive a de ser pobre e filho de uma empregada doméstica para chegar ao posto de Presidente do Supremo Tribunal Federal. A sua atuação no julgamento da Ação Penal 470, conhecida popularmente como “Julgamento do Mensalão”, que alias revela mais um aspecto do brasileiro – que prefere lutar por causas que venham fechadas em um pacote e com um nome autoexplicativo, vide PEC 37 ou “PEC da Impunidade”, revelou um temperamento que condiz com a essa trajetória de vida, ou seja, o Ministro tem temperamento forte e irredutível.
 
Porém, não deveria ser esse o fator decisivo na escolha do nome de Joaquim Barbosa para candidato a Presidência da República. A vida do Ministro do Supremo só vai ser revelada, digo revelada, porque esse é um dos aspectos que interessam ao eleitor brasileiro. Como também ao Americano, talvez menos ao Francês e ao Europeu em geral. De qualquer forma Joaquim Barbosa é um Iceberg onde conhecemos somente a pequena parte visível dele. Pouco de suas convicções políticas foi divulgada.
 

 

Apesar disso, podemos ter uma vaga ideia pelo que ele mesmo já falou de si em algumas entrevistas e ou mesmo quando discursou na Costa Rica em um evento que celebra anualmente o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. No discurso, Barbosa ressaltou que a imprensa brasileira, principalmente os jornais escritos não é plural revelando-se inclinada para a direita e que a mídia em geral é racista. Lembramos que o Supremo votou em unanimidade pela constitucionalidade do Sistema de Cotas. Em outra ocasião em entrevista a Folha de São Paulo, se disse eleitor do ex-presidente Lula nos seus dois mandatos e que votou na atual presidente Dilma Rousseff. Se atos e ações valem mais que palavras, podemos dizer que estamos começando a conhecer quem é o Presidente do Supremo.
 
 
Graan Barros
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