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A OPERAÇÃO ÁGATA 7 E A ESTRATÉGIA NACIONAL DE DEFESA

 

 

Antes de pensarmos na Operação Ágata 7 como uma mobilização das Forças Armadas brasileiras em conjunto com a Polícia Federal e outros órgãos com a finalidade de combater ilícitos nas nossas fronteiras, pensemos em algo maior – A END – Estratégia Nacional de Defesa, importante documento idealizado e implantado em 2008 durante o Governo Lula. 
 
Com o objetivo de reestruturar as Forças Armadas a Estratégia Nacional de Defesa está apoiada sobre o tripé: reorganização das Forças Armadas; reestruturação da nossa indústria de defesa e finalmente a política de composição dos efetivos das Forças Armadas. Esse último pensado de forma Republicana onde através da manutenção do serviço militar obrigatório, todas as classes sociais em todas as regiões do país possam servir a Pátria de forma igualitária.

As Operações Ágata estão em conformidade com a END por proporcionarem o treinamento do efetivo militar em operações reais realizadas com a três Forças combinadas. As capacidades das Forças Armadas só podem ser testadas através nesse tipo de operação onde a logística, por exemplo, é posta a prova. Em um país com dimensões continentais como o Brasil alimentos, material das mais diversas naturezas e armamentos devem ser transportados de forma eficiente a distâncias maiores que as do continente europeu.
Porém, a tarefa mais importante realizada nas Operações Ágata é de dar visibilidade as ações do Governo Federal em áreas onde o poder público parece distante. Principalmente na Região Norte do país onde a infraestrutura básica ainda é precária e que ONGs e governos estrangeiros “suprem” as necessidades da população em áreas que o Estado Brasileiro está ausente, mas que tem obrigação constitucional de estar presente.


Graan Barros
 
 

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Foto: Roosewelt Pinheiro



ÁGATA 7 – Entrevista com Diretor do Centro de Operações Aéreas

 

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