KOSTER, A CLASSE DE NAVIOS ANTIMINAS OFERECIDA PELA SAAB A MARINHA DO BRASIL

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A RIDEX 2018 não trouxe grandes novidades ao público, excetuando-se o avanço do Projeto da Corveta Classe Tamandaré (CCT) que em breve divulgará um consórcio vencedor. A SAAB que concorre em parceceria com a DAMEN nesse projeto da corveta também quer atualizar a pequena frota de navios varredores de minas da Marinha do Brasil, que já chegou ao limite de obsolescência, com navio feitos de madeira.

Navio Varredor Aratu (2)

Navio Varredor “Aratu”



A SAAB designou um pequeno estante na exposição organizada pela EMGEPROM para divulgar a classe Koster de navios que promete colocar a Força de Minagem e Varredura (ForMinVar) da Marinha do Brasil, sediada na Base Naval de Aratu em Salvador/BA no estado da arte nesse tipo de missão. São navios fabricados com materiais compostos, por um país que adquiriu grande expertise operando no Mar Báltico, local onde até os dias atuais são localizadas minas da última guerra mundial.

A foto do topo da matéria é do cabeça de classe, HMS Koster (M73) que foi incorporado a marinha suéca em 1986. O HMS Koster desloca 360 toneladas, mede 47,5 metros de comprimento, boca de 9,6 metros e calado de 2,2 metros e pode ser navegado com 14 oficiais e 14 marinheiros a bordo. Possui um canhão de 40 mm canhão automático, dois reparos com 12,7 mm TKSP e 4 x 9 lançadores de granadas submarinas.

Segundo apuramos, o pacote oferecido no ano passado a Marinha do Brasil é bem amplo e conta com transferência de tecnologia, construção de mais navios em estaleiro nacional, treinamento e o Sonar Autopropusor de Profundidade Variável Double Eagle PVDS) operado remotamente. O veículo permite o reconhecimento seguro de minas nas missões Mine Countermeasures (MCM). A SAAB confia no pacote oferecido e espera que haja um posicionamente nos próximos meses.

Por Graan Barros 

 

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