RAZÕES PARA ATAQUE SÃO BASEADAS EM MENTIRAS E PROPAGANDA, AFIRMA EX-CONGRESSISTA DA DIREITA AMERICANA

  • no war with syria

A colaboração americana na guerra do Iêmen e o provável ataque a Síria anunciado pelo presidente Donald Trump, vêm causando controvérsia até mesmo dentro dos Estados Unidos, pois nenhum dos dois conflitos foram autorizados pelo congresso americano, sendo assim, todas as ações nestes países são consideradas inconstitucionais.

Nem mesmo políticos da direita são unânimes em aprovar o ataque ao governo sírio. O ex-congressista ultra-conservador do Texas, Ron Paul, que já disputou a Casa Branca usou a sua conta do Twitter para atacar o presidente Donald Trump e seu plano beligerante na Síria. O veterano político americano insinuou que há outros motivações, que não são o suposto ataque químico, para Donald Trump querer atacar a Síria.

Paul também lembrou dos avisos feitos há dois meses, de que os capacetes brancos em conluio com forças terroristas iriam encenar um ataque com armas químicas para culpar o governo Assad.



 

Outro político, o senador republicano pelo estado de Utah, Mike Lee  compreende que o presidente Trump pode até considerar atacar a Síria, mas terá que pedir autorização ao congresso americano. A posição foi divulgada na sua conta de Twitter.

A oposição também tem se posicionado contra o ataque. O senador Democrata pelo estado de Connecticut, Chris Murphy, que pediu recentemente, para ser votada uma resolução para “retirar as forças armadas dos EUA de uma guerra [Iêmen] não autorizada”, também usou o Twitter essa semana, para revelar a hipocrisia da administração Trump no trato de dois conflitos que geram uma crise humanitária sem precedentes.

 

 

Há de se lembra que o suposto ataque químico contra civis foi denunciado pelo grupo terrorista wahabista “Jaysh Al Islan”, que é patrocinado pela Arábia Saudita, e que no momento da denúncia estava sendo derrotado pelo Exército Árabe Sírio. Várias de suas lideranças tentaram se render ao exército sírio, mas foram fuziladas por membros do próprio grupo.

Por Graan Barros

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