ISRAEL AFIRMA TER DESTRUÍDO METADE DAS DEFESAS AÉREAS SÍRIAS

Os ataques aéreos israelenses de 10 de fevereiro destruíram quase metade das defesas aéreas da Síria, informou o jornal israelense Haaretz em 14 de fevereiro, citando “altos funcionários das Forças de Defesa de Israel”. As fontes consideraram a operação um “sucesso” apesar do fato de um F-16 ter sido abatido.

No mesmo dia, a mídia russa forneceu outro olhar sobre a história citando fontes militares sírias e russas. De acordo com esta versão, as forças sírias derrubaram 13 dos 18 mísseis de cruzeiro Popeye, lançados por caças israelenses durante o ataque, além do F-16. Essas mesmas fontes creditam a destruição dos mísseis israelenses ao Pantsir-S1, sistema de canhões e mísseis oferecido ao Brasil, mas que teve a negociação, desde o início, intencionalmente prejudicada por setores do Exército Brasileiro.

A Síria antes do conflito, possuía uma boa defesa antiaérea integralmente composta de material russo adquirido em épocas diferentes. Somente do míssil que abateu o caça F-16, o S-200 foram adquiridos pelo menos 50 lançadores. O sistema que é conhecido na nomenclatura da OTAN como SA-5 foi integrado ao inventário do Exército Árabe Sírio nos anos de 1980.

Dentro de um dispositivo antiaéreo os S-200 são protegidos pelo sistema antiaéreo SA-6 Kub.

Fontes: Haaretz e South Front

Por Graan Barros

 

 

 

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